A atemporalidade das franjas (parte 2)

Sábado eu postei a primeira parte dessa linha do tempo em que quero mostrar o quão atemporal é o uso das franjas. Longas, curtas, lisas, onduladas, elas sempre estiveram presentes desde os anos 20 até os dias de hoje. Nesta segunda parte eu comento sobre as personalidades das décadas de 1960 até 1990 que tem como marca registrada suas franjinhas.

A começar por Brigitte Bardot. A atriz, cantora e modelo francesa foi um ícone do visual e da moda feminina no final dos anos 50 e início dos anos 60. Sua sensualidade natural vinha também de seus cabelos despretensiosos e sua franja levemente bagunçada.

Brigitte Bardot

Durante os anos 70 a atriz americana Farrah Fawcett veio a se tornar um sucesso mundial com o filme “Charlie’s Angels” (As Panteras, no Brasil) e, rapidamente, se tornou um ícone de moda mundial. Assim como Brigitte, Farrah era adepta do estilo despretensioso e da sensualidade natural. Seus longos cabelos loiros, ondulados em camadas e sua franja longa, bem escovada que quase cobriam seus olhos era sua marca registrada e foi incansavelmente copiado ao longo da década.

Farrah Fawcett

A década de 1980 foi a década que, creio eu, fizeram mais loucuras com os cabelos. Desde os punks com seus moicanos coloridos até os cabelos enormes e com permanente das bandas de hairmetal, ou o cabelo de corte assimétrico de Cindy Lauper. No Brasil, quem começava a fazer muito sucesso com sua franjinha loira era a Xuxa. Mas no mundo, Lady Diana saía da plebe pra virar a princesa de Gales, fazendo com que mulheres de todas as idades sonhassem em ser como ela. De cabelos sempre curtos e loiros com franja lateral na maioria das vezes, Lady Di foi uma mulher exemplo, não apenas em seu estilo, mas também em suas atitudes filantropas e humanitárias.

Princesa Diana

Por fim, nos anos 90, era muito comum o uso das franjas retas. Uma Thurman em Pulp Fiction não me deixa mentir. A década de 1990 foi de minimalismos na moda, e uma atriz que consegue representar isso e se destacou nesse período e influenciou muitas mulheres com seu corte de cabelo foi Demi Moore. Ela tornou-se mundialmente conhecida por seu filme “Ghost – do outro lado da vida” de 1990 e seu cabelo curtinho com franja arrumadinha. Em 1996 ela causou polêmica com o provocante filme “Striptease”, usando longos cabelos lisos e franja reta.

Demi Moore

Terminamos o século XX! A terceira parte desse post será com as variações de franjas ao longo dos anos 2000 (são muitas!). Até breve! 😉

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Um comentário sobre “A atemporalidade das franjas (parte 2)

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